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Portugal tem poucas comunidades de energia e Gulbenkian quer criar mais dez
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Portugal tem poucas comunidades de energia e Gulbenkian quer criar mais dez

Jornal de Negócios14 de setembro de 2026 às 21:55

Portugal tem poucas comunidades de energia e a Fundação Gulbenkian quer criar mais dez para dinamizar este setor no país. O autoconsumo já representa 2,8% do consumo de eletricidade no continente, o que demonstra algum progresso nesta área, embora as comunidades de energia continuem a ser residuais.

O atraso no desenvolvimento das comunidades de energia em Portugal deve-se a vários fatores. O financiamento disponível é limitado, a burocracia existente afasta potenciais interessados e a falta de apoio técnico dificulta a concretização de projetos. Estes obstáculos têm impedido que mais comunidades se constituam e funcionem de forma eficiente.

A Fundação Gulbenkian surge como um interveniente que pretende inverter esta situação, manifestando a intenção de apoiar a criação de pelo menos dez novas comunidades de energia em Portugal. Esta iniciativa surge no contexto de um país onde, apesar do crescimento do autoconsumo individual, a modalidade coletiva de partilha de energia permanece pouco explorada.

Porque é que isto importa

Os leitores portugueses interessados em energia sustentável enfrentam barreiras concretas para aderir a comunidades de energia, incluindo dificuldades de financiamento e complexidade burocrática. O esforço da Gulbenkian para ultrapassar estes obstáculos pode servir de modelo para iniciativas futuras em Portugal.

Sobre este resumo

Este é o nosso resumo de um artigo publicado por Jornal de Negócios a 14 de setembro de 2026 às 21:55; o texto completo fica com o editor original. Na nossa lista está na secção Negócios. Nesta secção temos atualmente 22845 artigos.

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