Uma nova ponte rodoviária sobre o rio Tumen entre a Rússia e a Coreia do Norte abriu há uma semana, numa cerimónia que contou com fogo de artifício e camiões enfeitados com flores. A travessia foi apresentada como um marco nas relações entre os dois países.
Apesar desta abertura, a Coreia do Sul continua a ser o parceiro de negócios mais importante entre os dois Estados coreanos. A avaliação é de Artyom Lukin, professor na cidade russa de Vladivostok, que falou ao Expresso sobre o significado real desta infraestrutura.
Lukin alerta que o que verdadeiramente importa acontece a cerca de um quilómetro dali. Nesse local, duas pontes baixas e um rio assoreado tornam inútil o direito que a China tem de navegar até ao mar do Japão, criando obstáculos práticos que a nova ponte não resolve.




