O primeiro-ministro, através do seu assessor Eurico Brilhante Dias, abordou a abertura de um inquérito ao atual diretor da Polícia Judiciária. Trata-se de um caso que, segundo o governante, pode ser considerado um dos mais graves de sempre.
O inquérito prende-se com suspeitas relativas à autorização de uma escuta telefónica. As autoridades manifestaram preocupação face à gravidade das suspeitas que recaem sobre o diretor da instituição.
Esta situação surge num momento particularmente delicado para a Polícia Judiciária, levantando questões sobre os mecanismos de fiscalização e controlo interno da instituição.




