A Finlândia juntou-se à dissuasão nuclear francesa, reforçando a cooperação de Paris com um país que partilha mais de 1.300 quilómetros de fronteira com a Rússia. Esta decisão representa um aprofundamento significativo das relações bilaterais entre os dois países no domínio da defesa.
A Estónia, por sua vez, encontra-se "em discussão" sobre o tema, segundo o título do artigo. O país báltico pondera aprofundar ainda mais a parceria estratégica com Paris no âmbito da segurança europeia.
O contexto geopolítico é marcado pela proximidade da Finlândia e da Estónia à Rússia, o que torna a cooperação nuclear europeia particularmente relevante para a segurança destes países nórdicos e bálticos.




