A Justiça de São Paulo manteve a prisão temporária de Ronaldo dos Santos Vivaqua, identificado como sócio oculto de uma das construtoras responsáveis pela obra de um prédio que desabou sobre uma casa na Penha, Zona Leste da capital paulista. O desabamento ocorreu na madrugada do último sábado (12) e resultou na morte de seis pessoas.
Na decisão desta segunda-feira (14), a juíza Arielle Martinho afirmou que a necessidade de prisão de Ronaldo já havia sido analisada durante a autorização da detenção temporária, que foi concedida pela Justiça a pedido da Polícia Civil, e manteve a ordem de prisão.
Além de Ronaldo, também tiveram a prisão temporária decretada Cristiano Vivaqua, filho do empresário, e Isis Brandão, que consta como responsável pela empresa construtora. Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública, Cristiano e Isis permanecem foragidos.
A polícia informou que as investigações sobre o caso continuam em andamento para esclarecer as responsabilidades pelo desabamento e o funcionamento da construtora responsável pela obra.




