Todas as notícias
Política
Negócios
Tecnologia
Ocorrências
Desporto
Meteorologia
Ciência
Entretenimento
Mundo
Imobiliário
Notícias de IA
"As turbinas eólicas causam malformações nos animais": verdade ou mentira?Foto de Helena Jankovičová Kováčová no Pexels
Tecnologia
Investimentos

"As turbinas eólicas causam malformações nos animais": verdade ou mentira?

Euronews Portugal14 de setembro de 2026 às 19:27

As alegações de que as turbinas eólicas causam malformações nos animais têm circulado como parte de uma teoria da conspiração mais ampla. Esta teoria defende que as turbinas eólicas provocam problemas de saúde, não apenas nos animais, mas também nos seres humanos.

As afirmações sobre os efeitos negativos das turbinas eólicas têm sido alvo de um intenso debate público. Diferentes grupos, desde ambientalistas a céticos das energias renováveis, têm discutido a validade destas acusações.

No entanto, até ao momento, estas alegações continuam por provar cientificamente. A comunidade científica não encontrou evidências conclusivas que liguem diretamente as turbinas eólicas às malformações nos animais ou a problemas de saúde nos seres humanos.

Porque é que isto importa

Esta questão é relevante porque a desinformação sobre energias renováveis pode influenciar a opinião pública e as decisões políticas sobre a transição energética em Portugal e na Europa. Os leitores precisam de distinguir factos de teorias conspiratórias para formarem opiniões informadas sobre políticas ambientais e de saúde pública.

Sobre este resumo

Este é o nosso resumo de um artigo publicado por Euronews Portugal a 14 de setembro de 2026 às 19:27; o texto completo fica com o editor original. Na nossa lista está na secção Tecnologia. Nesta secção temos atualmente 4461 artigos.

Todos os artigos da secção →
Fonte

Notícias relacionadas

Tecnologia

Falhas nas TVs da LG podem permitir que atacantes escutem, mesmo no modo de espera

Investigadores de segurança descobriram vulnerabilidades nas Smart TVs da LG que podem permitir a atacantes escutar conversas mesmo quando o dispositivo está em modo de espera. As Smart TVs são essencialmente computadores ligados à Internet, equipados com microfones, lojas de aplicações e sistemas de publicidade, que partilham a mesma rede doméstica com telemóveis, computadores, impressoras e outros dispositivos inteligentes. A LG, uma das principais fabricantes mundiais de televisões inteligentes, está a investigar estas falhas que potencialmente expõem milhões de utilizadores a riscos de privacidade.

Funchal Notícias14/09/26, 20:43
Tecnologia

Gestão de endpoints ganha peso na cibersegurança

A gestão de endpoints ganhou destaque na cibersegurança, com empresas repensando estratégias que durante anos focaram apenas no perímetro da rede. Segundo o Data Breach Investigations Report 2026 da Verizon, a exploração de vulnerabilidades não corrigidas tornou-se o principal vetor de ataque inicial, aparecendo em 31% das violações analisadas e superando pela primeira vez o uso de credenciais roubadas. O prazo mediano para corrigir falhas críticas subiu de 32 para 43 dias, e apenas 26% dessas vulnerabilidades foram integralmente remediadas em 2025, evidenciando os desafios das organizações na resposta a incidentes.

oglobo14/09/26, 20:02
"Porque as pessoas importam mais". Microsoft impõe limites ao desenvolvimento da IA com "código de conduta humanista"
Tecnologia

"Porque as pessoas importam mais". Microsoft impõe limites ao desenvolvimento da IA com "código de conduta humanista"

A Microsoft anunciou um manifesto de "código de conduta humanista" que impõe limites ao desenvolvimento da inteligência artificial, subordinando a inovação tecnológica ao bem-estar das pessoas. Este documento surge em resposta aos alertas crescentes de especialistas que defendem a necessidade de abrandar o ritmo acelerado do desenvolvimento de modelos de IA, num momento de grande agitação nos mercados financeiros relacionados com esta tecnologia.

Jornal de Negócios14/09/26, 19:44
As câmaras que já “assinam” fotografias para provar que estas não são IA
Tecnologia

As câmaras que já “assinam” fotografias para provar que estas não são IA

Algumas câmaras fotográficas já incluem "credenciais de autenticidade" (Content Credentials) baseadas na norma aberta C2PA, que funcionam como assinaturas digitais para verificar a origem de uma imagem e rastrear o seu histórico de edição. A Coalition for Content Provenance and Authenticity, fundada pela Adobe e outras empresas tecnológicas e dos media, desenvolveu esta tecnologia para combater a crescente dificuldade em distinguir fotografias reais de imagens geradas por inteligência artificial.

ZAP Notícias14/09/26, 19:30