Fred Nantes foi oficialmente nomeado CEO do Maracanã em março e atribuiu o mau estado do gramado do estádio ao mau tempo. No entanto, a administração do estádio contava com um plano de recuperação confortável durante a paralisação da Copa do Mundo por 60 dias. O consórcio que administra o Maracanã prometeu que 30 dias sem jogos seriam suficientes para intervenções que gerariam melhoria no gramado por seis meses.
Flamengo e Fluminense eram os principais interessados na recuperação do gramado. A administração do estádio tratou a recuperação deste ano como algo dentro do planejamento, com preocupação voltada principalmente para o calendário de 2027, em função da Copa do Mundo feminina.
Nos últimos seis meses, Fred Nantes se inteirou da operação e do gramado junto com Severiano Braga, que acabou sendo demitido. Nos bastidores, a saída de Braga foi justificada pelo gramado ruim, mas a verdadeira razão foi uma decisão do Flamengo de colocar um executivo com perfil mais focado em negócios do que em operações para maximizar as receitas do estádio.
O clube conseguiu aumentar a margem de arrecadação com a troca de comando, mas a questão do gramado permaneceu como problema não resolvido de forma satisfatória.




