As eleições de 2026 trazem novos desafios para candidatos que buscam financiamento irregular de suas campanhas. Práticas como caixa 2, contratação irregular de pessoal e despesas ocultas no ambiente digital podem ultrapassar o campo contábil e resultar em processos por abuso de poder econômico.
O Tribunal Superior Eleitoral tem intensificado a fiscalização sobre gastos de campanha, especialmente aqueles relacionados ao marketing digital e às redes sociais, onde muitas irregularidades passam despercebidas pelos candidatos.
Candidatos que utilizarem santinhos e outros materiais de campanha fora das regras estabelecidas pela legislação eleitoral podem enfrentar sérias consequências. As penalidades incluem desde multas até a cassação do registro de candidatura.
Especialistas alertam que a transparência nos gastos eleitorais é fundamental para garantir a lisura do processo democrático. O descumprimento das normas pode comprometer não apenas a candidatura individual, mas também a credibilidade do sistema eleitoral como um todo.




