O Parlamento português está a debater a necessidade de legislar sobre os riscos da inteligência artificial. A discussão surge num momento em que a regulação da IA tem vindo a ganhar relevância a nível internacional.
João Tilly, membro do partido Chega (CH), reconhece a necessidade de prestar atenção à questão, mas recusa adoptar uma posição alarmista. Defende que qualquer legislação deve ser ponderada e não excessivamente restritiva.
André Pinotes Batista, pelo Partido Socialista (PS), recomenda um maior escrutínio das tecnologias de IA. Segundo ele, os riscos associados a estas tecnologias justificam uma atenção particular por parte dos legisladores.
Jorge Miguel Teixeira, da Iniciativa Liberal (IL), entende que a discussão sobre a regulação da IA deveria ser remetida para os Estados Unidos e a China, sugerindo que Portugal deveria acompanhar as decisões tomadas nestas potências tecnológicas em vez de tomar a dianteira na elaboração de legislação própria.




