Becky Jones, hoje com 34 anos, descobriu em 2025 que passou 11 anos em tratamento de quimioterapia contra um câncer cerebral que nunca teve. Ela havia recebido o diagnóstico de glioblastoma de grau quatro aos 21 anos, uma forma agressiva da doença, e foi informada de que teria apenas alguns meses de vida. Uma revisão independente concluiu posteriormente que ela sofria, na realidade, de desmielinização tumefativa, uma inflamação cerebral que poderia ter sido tratada simplesmente com esteroides.
O caso agora integra uma ação judicial movida por mais de 40 pacientes contra o University Hospitals Coventry and Warwickshire (UHCW) NHS Trust, a instituição do Reino Unido onde os tratamentos foram realizados. Os pacientes relatam ter recebido temozolomida (TMZ), medicamento usado contra alguns tumores cerebrais, durante períodos prolongados.




