O Uganda enfrenta uma disputa sucessória após um guarda-redes amador, que era a primeira escolha do comité para ocupar o trono, ter recusado a nomeação. O homem, natural do sudeste de Londres, alegou que tinha outras responsabilidades que lhe impediam de aceitar a posição de rei.
Após esta recusa, o comité escolheu um substituto, mas a família do rei falecido rejeitou esta decisão. Os familiares apresentaram um testamento de 2022 que, segundo eles, o comité ignorou durante o processo de seleção do novo monarca.
A disputa surge no contexto de uma sucessão real no Uganda, onde a escolha do novo rei se tornou num processo controverso que envolve agora questões legais e familiares sobre quem deveria legalmente herdar o trono.




