O artigo aborda a necessidade de proteger crianças e jovens no ambiente digital sem limitar as oportunidades que os serviços digitais oferecem. A discussão centra-se no equilíbrio entre segurança e acesso às ferramentas tecnológicas que fazem parte do quotidiano dos mais jovens.
O texto sublinha que quando um serviço digital atinge uma dimensão capaz de influenciar milhões de pessoas, a sua responsabilidade deixa de ser apenas tecnológica, passando a ter também uma componente social. Esta mudança de paradigma exige que as plataformas assumam um papel mais ativo na proteção dos seus utilizadores.
O Regulamento dos Serviços Digitais (DSA) é apresentado como o instrumento que materializa esta mudança de paradigma. O reforço das obrigações previsto neste regulamento estabelece que quanto maior for o alcance e o impacto potencial de uma plataforma, maiores devem ser as suas responsabilidades na proteção dos utilizadores, especialmente dos mais vulneráveis.




