Uma mulher foi submetida a medida de preventiva, significando prisão preventiva, por suspeita de violência doméstica contra o seu ex-companheiro. A arguida estava sob搜查 de outros processos relacionados com crimes de violência doméstica.
A mulher era suspeita de perseguir a vítima repetidamente, seguindo-a para todos os locais onde esta se deslocava. Este comportamento de perseguição constituía um dos elementos do crime de stalking associado à violência doméstica.
A arguida já tinha antecedentes criminais por violência doméstica. Cumprira anteriormente uma pena de prisão efetiva de dois anos por agressões cometidas contra outro namorado, demonstrando um padrão de comportamento violento em relações afetivas anteriores.
O caso foi noticiado no contexto do combate à violência doméstica em Portugal, um problema que continua a afetar um número significativo de vítimas, independentemente do género.




