Uma consultora está no centro de uma controvérsia relacionada com a organização de exames, acumulando contratos no valor total de cinco milhões de euros. A empresa foi contratada para intervir numa situação de caos relacionada com a realização de exames.
O recurso a esta consultora, identificado no artigo como a Deloitte, foi justificado pelo governo como sendo "por urgência imperiosa". Esta urgência na contratação levanta questões sobre o planeamento e a preparação para a realização dos exames.
O contrato específico com a Deloitte teve um custo de 600 mil euros. Este valor representa apenas uma fração do total de cinco milhões de euros em contratos celebrados com a consultora no contexto desta situação.
O artigo não especifica a que tipo de exames se refere esta situação de caos, mas indica que houve uma necessidade urgente de intervenção externa para resolver problemas na sua organização.




