Nos últimos anos, o Brasil dedicou enorme energia à agenda fiscal. O teto de gastos foi substituído pelo arcabouço fiscal, as metas de resultado primário foram revisadas, e os precatórios exigiram soluções constitucionais excepcionais. O Congresso também ampliou seu protagonismo sobre a execução orçamentária por meio das emendas parlamentares.
Apesar dessa intensa atividade legislativa e fiscal, as discussões continuam concentradas principalmente nas regras, enquanto as instituições responsáveis por formular, coordenar e executar essas decisões permanecem em segundo plano. A matéria sugere que é preciso dar mais atenção à governança fiscal como um todo.




