Um incêndio deflagrou no aterro sanitário da Chamusca, exigindo um grande dispositivo de combate às chamas. A resposta ao fogo mobilizou 80 operacionais e 25 viaturas para tentar controlar a situação no local.
A tentativa de recorrer a meios aéreos foi descartada, uma vez que estes se revelaram desadequados para o combate em questão. Assim, a intervenção ficou limitada aos meios terrestres.
O combate ao incêndio no terreno revelou-se igualmente difícil, devido à grande quantidade de material inflamável existente no aterro. Esta característica do local complicou significativamente o trabalho dos operacionais.
O aterro sanitário em causa recebe resíduos sólidos urbanos de 210 mil habitantes provenientes de dez concelhos, acumulando grandes volumes de desperdícios que alimentaram as chamas.




