O Partido Socialista acusou o Chega de apresentar um "embuste" com as suas propostas de redução do Imposto Sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) e do IVA em diversos produtos. A crítica foi feita pelo socialista Eurico Brilhante Dias, que considerou que as medidas apresentadas pelo partido de André Ventura são inaplicáveis durante o presente ano.
Segundo o PS, as propostas do Chega visam dar um "ponto de fuga" ao Governo, ou seja, permitir que o Executivo evite tomar decisões difíceis em matéria fiscal. Os socialistas argumentam que as medidas avançadas pelo Chega não são concretizáveis no curto prazo e que o partido de direita está apenas a procurar um pretexto para o Executivo não agir diretamente.
O PS مطالبou ainda ação direta do Executivo (Governo) em vez de soluções que permitam ao executivo escapar às suas responsabilidades. A tensão política surge num contexto de debate sobre o custo de vida e a fiscalidade sobre combustíveis e produtos alimentares básicos.




