Todas as notícias
Política
Negócios
Tecnologia
Ocorrências
Desporto
Meteorologia
Ciência
Entretenimento
Mundo
Imobiliário
Notícias de IA
Rio perdeu 165 mil moradores para outros estados em cinco anos: as histórias de quem chega e quem saiFoto de AndaDeea no Pexels
Negócios

Rio perdeu 165 mil moradores para outros estados em cinco anos: as histórias de quem chega e quem sai

extra13 de setembro de 2026 às 08:30

O Rio de Janeiro perdeu 165 mil moradores para outros estados ao longo de cinco anos, segundo dados mencionados na matéria. O fenômeno é ilustrado através de histórias de pessoas que deixaram o estado em busca de melhores oportunidades profissionais ou acadêmicas.

Entre os personagens estão Igor Pereira, de 25 anos, natural de Petrópolis, e Cássio, ambos atualmente radicados em São Paulo. Igor concluiu o curso de Economia na UFRJ e migrou no fim do ano passado, após trabalhar em uma empresa do setor de seguros. Ele conta que toda a liderança da empresa já havia se mudado para São Paulo em 2023, e ele vinha "namorando" a mudança desde então, aguardando apenas finalizar a graduação.

No Rio de Janeiro permanecem Amanda, Bárbara e Gabriel, que também cruzaram os limites de seus estados de origem. Os relatos indicam que a decisão de partir não foi tomada por impulso, mas sim planejada ao longo do tempo.

Os migrantes ouvidos na matéria garantem não ter arrependimento e não cogitam voltar. Igor afirma que se adaptou rapidamente do ponto de vista profissional à nova realidade em São Paulo, sentindo-se já integrado ao lugar que escolheu para viver.

Porque é que isto importa

Os leitores cariocas são diretamente afetados por essa tendência migratória, que reflete o deslocamento de oportunidades profissionais e investimentos para São Paulo. A matéria segue dados oficiais de perda populacional e oferece perspectivas pessoais sobre as razões econômicas e de qualidade de vida que motivam a saída do estado, informação relevante para quem avalia decisões de carreira ou mudança.

Sobre este resumo

Este é o nosso resumo de um artigo publicado por extra a 13 de setembro de 2026 às 08:30; o texto completo fica com o editor original. Na nossa lista está na secção Negócios. Nesta secção temos atualmente 22121 artigos.

Todos os artigos da secção →
Fonte

Notícias relacionadas

Negócios

Coimbra vai ser palco de debate nacional sobre agricultura biológica

Coimbra vai ser palco de um debate nacional sobre agricultura biológica no final de setembro, que将由 Escola Superior Agrária de Coimbra acolher. O encontro visa juntar especialistas e profissionais do setor para debater o futuro da produção biológica em Portugal.

Diário de Coimbra13/09/26, 13:40
Os (recentes) acontecimentos no Médio Oriente que fazem temer nova escalada do preço do petróleo
Negócios

Os (recentes) acontecimentos no Médio Oriente que fazem temer nova escalada do preço do petróleo

Os preços do petróleo encerraram na sexta-feira nos 104 dólares por barril, mas vários acontecimentos no Médio Oriente durante o fim de semana fizeram temer uma nova escalada dos preços na semana seguinte. A região permanece volátil e os mercados estão atentos a qualquer desenvolvimento que possa afetar a produção ou o abastecimento de crude.

SIC Notícias13/09/26, 13:28
Negócios

Cumprir o acordo de rendimentos? Confederação do Comércio e Serviços não se sente obrigada

A União do Comércio, Serviços e Restauração (UCS) considera que o acordo de rendimentos não é vinculativo para o setor, acusando o governo de não cumprir a sua parte, designadamente em matéria de fiscalidade e redução da carga burocrática. Esta posição surge na sequência de críticas semelhantes de outras confederações patronais, que ameaçam não respeitar os compromissos assumidos no âmbito do diálogo social.

RTP Notícias13/09/26, 13:20
Empresários admitem não aumentar salário mínimo em 2027 e acusam Governo de falhar acordo
Negócios

Empresários admitem não aumentar salário mínimo em 2027 e acusam Governo de falhar acordo

A Conferência do Comércio e Serviços de Portugal anunciou que os empresários não pretendem proceder a um aumento do salário mínimo nacional em 2027, acusando o Governo de não cumprir o acordo previamente estabelecido. A confederação classifica o salário mínimo como o pior inimigo do salário médio e defende que as empresas deveriam ser obrigadas a não praticar salários mínimos.

SIC Notícias13/09/26, 13:20