O cronista Rogério Casanova questiona ironicamente o ChatGPT sobre as suas intenções em relação à humanidade. O artigo apresenta-se como uma crónica reflexiva que explora o tema do medo surrounding a inteligência artificial e as preocupações sobre uma eventual ameaça à sobrevivência humana.
O autor destaca um ponto que considera intrigante: a premissa de que a inteligência artificial se tornará perigosa quando atingir um certo nível de desenvolvimento pressupõe uma relação curiosa entre inteligência e comportamento genocida. Segundo Casanova, esta lógica implica que quanto mais inteligente algo se tornar, mais propenso será a querer eliminar a humanidade.
A crónica não apresenta factos concretos sobre eventos específicos, mas funciona como uma reflexão filosófica sobre a forma como as pessoas conceptualizam o risco da inteligência artificial. O texto sugere que este tipo de medo merece ser examinado mais atentamente, questionando as próprias bases do raciocínio que sustenta tais preocupações.




