Júlia Pinheiro, apresentadora portuguesa, concedeu a segunda parte de uma entrevista onde aborda as suas preocupações atuais sobre o futuro do país e do mundo. Na conversa, expressa as suas expectativas para as suas netas enquanto mulheres, questionando como será possível continuar a viver e a acreditar num futuro que se afigura incerto.
A apresentadora revela uma profunda inquietação com a crescente influência da inteligência artificial na sociedade. Numa das suas afirmações mais marcantes, refere que "já não estamos a pensar" e que as pessoas delegam tudo nas máquinas "sem refletir a mutação", algo que descreve como deixando "um elefante no peito".
Júlia Pinheiro fala ainda da sua longa amizade e cumplicidade com Manuel Luís Goucha, seu colega de apresentação. A entrevista aborda igualmente o seu interesse pessoal pelos mecanismos que geram a violência, bem como o futuro dos media num contexto de rápidas transformações tecnológicas.
A apresentadora partilha ainda alguns dos seus próximos projetos profissionais, que serão lançados brevemente, mantendo-se ativa tanto no seu trabalho televisivo como na reflexão sobre os desafios contemporâneos.




