Não foi uma quarta-feira qualquer na base do Ceará. Os garotos se reuniram no campo para uma espécie de gincana com o objetivo de driblar. A principal dinâmica envolvia um duelo "um contra um", conhecido como X1, onde um garoto com a bola precisava passar pelo outro, que tinha a missão de desarmá-lo. Em outra versão da atividade, havia um goleiro, e além de passar pelo marcador, o atleta precisava balançar as redes. O drible conta ponto, e pode ser elástico, lambreta, lençol ou passar a bola por baixo das pernas. No final do exercício, o grupo que somou a maior pontuação ganhou um troféu.
Esta é uma das atividades do Formando Dribladores, projeto da base do Ceará voltado ao estímulo da capacidade individual de driblar e improvisar soluções. O projeto é associado à famosa ginga que o mundo do futebol historicamente associou ao Brasil. A ideia surgiu de uma inquietação, e a equipe responsável pelo projeto tem acompanhado as crianças participantes dessa atividade.




