O Estado português gastou 800 milhões de euros para reentrar na REN (Rede Elétrica Nacional) e ficar com a totalidade da Águas de Portugal. Este valor representa um investimento significativo por parte do governo na recuperação de duas empresas estratégicas do setor público.
O montante de 800 milhões é equivalente à despesa estimada com o prémio extraordinário para os pensionistas. Esta coincidência de valores permite dimensionar a magnitude do investimento estatal nestas duas empresas.
A operação de reentrada na REN e a aquisição total da Águas de Portugal representam uma reversão de políticas de privatização implementadas em governos anteriores. O Estado decidiu recuperar o controlo destas empresas consideradas estratégicas para o país.
Esta despesa de 800 milhões euros surge num contexto de múltiplas medidas fiscais e sociais implementadas pelo governo, incluindo a baixa do IRS, cujo custo estimado é igualmente semelhante ao valor despendido nestas aquisições.




