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Reentrar na REN e ficar com a totalidade da Águas de Portugal custou 800 milhões ao Estado
Negócios

Reentrar na REN e ficar com a totalidade da Águas de Portugal custou 800 milhões ao Estado

Correio da Manhã13 de setembro de 2026 às 01:30

O Estado português gastou 800 milhões de euros para reentrar na REN (Rede Elétrica Nacional) e ficar com a totalidade da Águas de Portugal. Este valor representa um investimento significativo por parte do governo na recuperação de duas empresas estratégicas do setor público.

O montante de 800 milhões é equivalente à despesa estimada com o prémio extraordinário para os pensionistas. Esta coincidência de valores permite dimensionar a magnitude do investimento estatal nestas duas empresas.

A operação de reentrada na REN e a aquisição total da Águas de Portugal representam uma reversão de políticas de privatização implementadas em governos anteriores. O Estado decidiu recuperar o controlo destas empresas consideradas estratégicas para o país.

Esta despesa de 800 milhões euros surge num contexto de múltiplas medidas fiscais e sociais implementadas pelo governo, incluindo a baixa do IRS, cujo custo estimado é igualmente semelhante ao valor despendido nestas aquisições.

Porque é que isto importa

Esta notícia é relevante para os leitores portugueses porque revela o custo elevado que o Estado teve para recuperar o controlo de empresas estratégicas, um valor que rivaliza com medidas fiscais e sociais diretas que afetam os cidadãos. Os leitores podem questionar se este investimento na REN e na Águas de Portugal traz benefícios proporcionais em comparação com outras prioridades orçamentais.

Sobre este resumo

Este é o nosso resumo de um artigo publicado por Correio da Manhã a 13 de setembro de 2026 às 01:30; o texto completo fica com o editor original. Na nossa lista está na secção Negócios. Nesta secção temos atualmente 22037 artigos.

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