O artigo aborda a questão da responsabilidade na tomada de decisões por sistemas de inteligência artificial. O título "Foi o algoritmo que decidiu" não é resposta sintetiza a crítica central do texto.
O texto reconhece que a inteligência artificial pode acelerar o processo de tomada de decisões. No entanto, o artigo sustenta que a IA não pode tornar uma decisão anónima, sugerindo que a tecnologia não deve servir como escudo para evitar prestação de contas.
O argumento principal do artigo é que devemos exigir saber quem responde quando um sistema de inteligência artificial comete um erro. O texto apela a que a responsabilidade humana seja preservada mesmo quando algoritmos estão envolvidos no processo decisório.




