Após perder o filho de 21 anos, Cristina Rapti-Tzelepi, de 54 anos, e o marido decidiram recorrer a um embrião que estava congelado há mais de duas décadas. O casal grego encontrou na reprodução assistida uma forma de superar a perda devastating do filho.
O embrião utilizado estava preservado há mais de 22 anos, tendo sido doado por outro casal que passou por um tratamento de fertilidade. Após o procedimento de transferência embrionária, a mãe conseguiu levar a gravidez adiante com sucesso.
Georgia nasceu esta quarta-feira em Atenas, pesando 3,490 quilos. O nascimento representa um marco médico, sendo considerado um dos casos de maior tempo de congelamento de embriões que resultaram em um nascimento bem-sucedido.
A história do casal grego ilustra tanto os avanços da medicina reprodutiva quanto o impacto emocional que a perda de um filho pode ter nas decisões familiares de buscar uma nova gravidez em idade materna avançada.




