Para muitos evangélicos do Pacífico Sul, o regresso dos judeus a Israel é uma condição para a segunda vinda de Jesus. Esta crença está a influenciar as escolhas diplomáticas de vários governos da região, que têm aberto embaixadas em Jerusalém, explicam especialistas e antigos diplomatas à AFP. Apesar de Israel e as nações do Pacífico Sul terem pouco em comum culturalmente, vários destes países estão a tomar esta decisão com base em motivações religiosas.
No início deste mês, Nauru abriu uma embaixada em Jerusalém. O pequeno Estado insular juntou-se assim à Papua-Nova Guiné e a Fiji num grupo muito restrito de países que deram este passo. Apenas sete países no mundo inteiro estabeleceram as suas embaixadas na cidade santa de Israel.
Samoa é outro país que espera seguir o mesmo caminho. A nação do Pacífico Sul manifestou intenção de abrir também a sua representação diplomática em Jerusalém, alinhando-se com a tendência observada entre alguns países da região. Esta decisão contrasta com a posição da maioria das nações, que mantêm as suas embaixadas em Telavive.




