O coordenador do Bloco de Esquerda, Pureza, criticou duramente a resposta do Governo à falta de professores nas escolas portuguesas, descrevendo as explicações governamentais como uma "lengalenga". A acusação surge num momento em que milhares de horários de professores permanecem por preencher nas escolas do país.
Segundo Pureza, a situação dos alunos sem professores cria uma "dimensão de turbulência, de algum caos, na vida das pessoas". O coordenador bloquista enfatizou o impacto negativo que esta escassez de docentes tem diretamente nos estudantes e nas suas famílias.
O político considerou que o Governo não tem abordado o problema de base que, na sua perspetiva, está relacionado com o "custo de vida". Esta referência sugere que Pureza entende que a raiz da falta de professores está ligada a questões económicas que tornam a profissão menos atrativa.
A crítica do Bloco de Esquerda surge num contexto de início de ano letivo marcado por dificuldades na contratação de docentes, um problema recorrente no sistema educativo português que afeta milhares de alunos em todo o país.


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