A candidatura de Higino Carneiro à liderança do MPLA foi rejeitada e seguiu para os tribunais para decisão. O Tribunal Constitucional não lhe deu razão, confirmando a decisão anterior que barrou a sua tentativa de concorrer à liderança do partido no poder em Angola.
Carneiro declarou que "respeita" a decisão judicial, mostrando conformidade com o resultado do processo legal. No entanto, o político prometeu continuar a "questionar" a postura do MPLA, deixando claro que não pretende aceitar silenciosamente a rejeição da sua candidatura pelo partido.
O caso surge no contexto das disputas internas dentro do MPLA, partido que governa Angola há décadas. A rejeição da candidatura de Higino Carneiro demonstra as tensões existentes na liderança do partido, embora o artigo não especifique os motivos concretos da rejeição.




