A Suécia realiza eleições que colocam à prova a disposição dos eleitores para permitir a entrada da extrema-direita no Governo. A questão central não é se a extrema-direita está a ganhar terreno no país, mas se conseguirá integrar o executivo.
O primeiro-ministro Ulf Kristersson é o atual chefe do governo e recandidata-se ao cargo. A sua recandidatura ocorre num contexto em que a direita tradicional procura manter-se no poder.
Para que a extrema-direita entre no governo, basta que a coligação de direita vença as eleições. Isto significa que os partidos de direita tradicional podem precisar do apoio ou da participação dos partidos de extrema-direita para formar executivo.




