A Suécia realiza este domingo eleições legislativas, as primeiras desde que o país aderiu à NATO, numas eleições marcadas pela incerteza sobre a composição do próximo governo. A grande questão que paira sobre estes atos eleitorais é se a extrema-direita terá ministros no executivo.
A campanha eleitoral foi dominada por discussões sobre quem irá integrar o governo e menos por propostas políticas concretas. Os partidos focaram-se mais na questão da composição governativa do que em medidas políticas específicas.
O partido Democratas Suecos, de extrema-direita, surge como uma força central nestas eleições. Segundo um cientista político ouvido no artigo, existe "um certo receio em relação à possibilidade de ministros do partido Democratas Suecos" entrarem para o próximo executivo.
As eleições decorrem num contexto particular, marcado pela recente adesão da Suécia à NATO, o que confere a estes atos eleitorais uma importância acrescida tanto a nível nacional como internacional.




