Duarte Gomes, antigo diretor técnico nacional de arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), falou publicamente sobre as razões da sua saída da instituição. Nas declarações citadas, Gomes afirmou ter recolhido provas suficientes de condutas com as quais não se identifica, sugerindo que tomou a decisão de deixar o cargo com base em evidências concretas.
O antigo responsável pela arbitragem portuguesa decidiu levantar o véu sobre o processo que conduziu à sua demissão, quebrando o silêncio após um período sem se pronunciar publicamente sobre o assunto. As suas declarações sugerem que existiram divergências profundas relacionadas com práticas ou comportamentos dentro da FPF.
O caso surge num momento de particular atenção para a arbitragem portuguesa, que tem estado sob escrutínio público. Gomes, que ocupava um cargo de elevada responsabilidade técnica, indica que as provas que reuniu foram determinantes para a sua decisão de se afastar da federação.
As revelações de Duarte Gomes prometem trazer novos desenvolvimentos a uma situação que já tinha gerado especulações nos meios desportivos nacionais. O antigo diretor técnico sugere que as condutas que presenciou eram incompatíveis com os seus princípios profissionais e pessoais.




