Cerca de 80 pessoas manifestaram-se em Espinho para exigir uma solução para os preços dos combustíveis. O protesto tinha como destino a residência de Luís Montenegro, atual primeiro-ministro, mas a polícia bloqueou o acesso à zona onde se situa a casa.
Os organizadores da manifestação negaram qualquer afiliação política. No entanto, o porta-voz do protesto é Jorge Bernardino, que é deputy municipal do partido Chega.
A concentração decorreu sem incidentes de maior, com as autoridades a impedirem que os participantes chegassem ao local pretendido. O protesto surge num contexto de preocupação com o custo dos combustíveis em Portugal.




