O Ministério Público de Santa Catarina pediu a condenação do ex-delegado-geral da Polícia Civil Ulisses Gabriel, atualmente candidato a deputado estadual pelo PL, por suposto uso da investigação do caso Cão Orelha para promoção pessoal. O órgão moveu uma ação de improbidade administrativa contra ele, que foi ajuizada em abril e tornada pública recentemente.
Segundo o MP, Ulisses Gabriel teria extrapolado o dever de comunicação institucional e utilizado a autoridade e a visibilidade do cargo de delegado-geral para fins pessoais. A ação busca uma indenização de R$ 200 mil por dano moral coletivo e uma multa de até 24 vezes sua remuneração, que pode chegar a aproximadamente R$ 795 mil, valor atribuído à causa.
Além disso, o Ministério Público requereu que ele fique proibido de contratar com o poder público pelo período de quatro anos. O caso envolve a investigação conhecida como Cão Orelha, que tratou de uma operação policial em Santa Catarina.




