Todas as notícias
Política
Negócios
Tecnologia
Ocorrências
Desporto
Meteorologia
Ciência
Entretenimento
Mundo
Imobiliário
Notícias de IA
O cérebro não tem um “lagarto” escondido: cai um mito com 70 anos
Ciência
Inteligência artificial

O cérebro não tem um “lagarto” escondido: cai um mito com 70 anos

ZAP Notícias12 de setembro de 2026 às 10:00

Uma investigação realizada em 182 espécies animais veio derrubar um mito com cerca de 70 anos sobre a estrutura do cérebro humano. A ideia popular de que o cérebro humano é composto por camadas sobrepostas, das mais primitivas às mais evoluídas, com um "cérebro de lagarto" ancestral escondido por baixo de estruturas mais sofisticadas, não corresponde à realidade. O estudo demonstra que não existe essa separação entre uma mente racional e instintos primitivos.

A investigação mostrou que o fator determinante para compreender o cérebro não é a sua suposta evolução por camadas, mas sim a forma como os neurónios estão ligados entre si no momento do nascimento. Esta descoberta representa uma mudança fundamental na forma como os cientistas entendem a organização cerebral.

Esta nova perspetiva sobre a arquitetura cerebral pode ter implicações importantes para o desenvolvimento da inteligência artificial. A lógica identificada pelos investigadores sugere que modelos computacionais mais eficientes poderiam ser criados tendo em conta a conectividade neuronal presente desde o início do desenvolvimento.

A tensão cultural entre lógica e emoções, frequentemente representada como uma batalha entre duas mentes diferentes, precisa de ser revista à luz destas descobertas. O cérebro não funciona como uma estrutura hierárquica simples, mas sim como um sistema mais complexo cujas características fundamentais são determinadas pelas conexões neuronais estabelecidas antes mesmo do nascimento.

Porque é que isto importa

O artigo interessa a leitores em Portugal que se interessam por neurociência e querem compreender melhor como o cérebro humano realmente funciona, desmontando uma ideia popular que persiste há décadas. A investigação pode também ser relevante para quem trabalha na área de tecnologia e inteligência artificial, sugerindo novas abordagens para o desenvolvimento de sistemas mais eficientes.

Sobre este resumo

Este é o nosso resumo de um artigo publicado por ZAP Notícias a 12 de setembro de 2026 às 10:00; o texto completo fica com o editor original. Na nossa lista está na secção Ciência. Nesta secção temos atualmente 4393 artigos.

Todos os artigos da secção →
Fonte

Notícias relacionadas

Ciência

AIEA Lança Chamadas para Workshop sobre Práticas em Exames Radiológicos

A Agência Internacional de Energia Atómica (IAEA) abriu candidaturas para o "Workshop Regional sobre Fortalecimento da Implementação dos Critérios de Justificação e Adequação em Exames Radiológicos", que decorre de 7 a 11 de dezembro de 2026 em Zagreb, Croácia. O evento, inserido no projeto de cooperação técnica RER9165, visa aprimorar a proteção radiológica e a segurança em Exposições médicas, reunindo profissionais interessados em submeter candidaturas até 14 de setembro de 2026, às 12h00 (hora de Lisboa), através da plataforma InTouch+ (código EVT2602494).

Notícias Portugal12/09/26, 10:39
Microssismo de magnitude 1,9 registado no mar da Madeira
Ciência

Microssismo de magnitude 1,9 registado no mar da Madeira

Um microssismo de magnitude 1,9 foi registado esta madrugada no monte submarino Josephine, no Atlântico, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

SAPO Notícias12/09/26, 10:32
Ciência

Projeto BIOsCherry quer aumentar produção e qualidade da cereja no Fundão

Investigadores da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em Vila Real, estão a desenvolver o projeto BIOsCherry, que visa aumentar a sustentabilidade, a produtividade e a qualidade da produção de cereja. O projeto vai testar bioestimulantes em cerejais das regiões transmontanas e do Fundão, com o objetivo de melhorar as práticas agrícolas e os resultados da cultura da cereja.

Jornal O Interior12/09/26, 10:30
Nova tecnologia com IA ajuda a prevenir cegueira provocada por glaucoma
Ciência

Nova tecnologia com IA ajuda a prevenir cegueira provocada por glaucoma

Investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) desenvolveram uma tecnologia baseada em Inteligência Artificial que permite prever o ritmo de progressão e a agressividade do glaucoma através de uma simples fotografia do nervo ótico realizada numa única consulta. Esta inovação, liderada pelo professor João Barbosa Breda, representa um avanço significativo no diagnóstico precoce da doença, que é uma das principais causas de cegueira evitável no mundo.

SIC Notícias12/09/26, 10:30