A atual carência de médicos do trabalho em Portugal é o tema central abordado por António de Sousa Uva, médico e professor que assina este artigo. O título indica que esta escassez já se verifica no presente e que tende a agravar-se no futuro.
António de Sousa Uva, identificado como médico e professor, surge como autor deste texto sobre a situação dos profissionais de medicina do trabalho. O artigo chama a atenção para a insuficiência destes especialistas no mercado de trabalho português.
A previsão de agravamento da situação no futuro sugere que as condições atuais tenderão a piorar, o que levanta preocupações sobre a capacidade de resposta do sistema de saúde ocupacional. O título utiliza a expressão "previsivelmente no futuro, agravada" para enfatizar a certeza do autor relativamente a este agravamento.
O texto apresentado parece tratar-se apenas do título e identificação do autor, não contendo o corpo integral do artigo com mais detalhes sobre as causas, consequências ou possíveis soluções para esta carência de médicos do trabalho em Portugal.



