O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, decidiu levantar o sigilo do caso do Banco Master. Na decisão, Fachin determinou que o relator do caso, ministro André Mendonça, liberasse o conjunto de inquéritos, petições e reclamações, mantendo sob sigilo apenas os materiais de investigações em curso cuja divulgação pudesse comprometer as diligências.
Inicialmente, Mendonça tornou públicos 14 procedimentos. No entanto, causou estranheza a manutenção do segredo sobre as apurações relativas ao filme "Dark horse", cinebiografia de Jair Bolsonaro, e sobre a suposta relação entre o senator Jaques Wagner (PT-BA) e Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Banco Master.
Felizmente, Fachin contornou o problema ao exigir a liberação de todos os documentos restantes. A matéria avalia que essa foi a medida correta a ser tomada, considerando que a decisão inicial de Mendonça era inconsistente ao manter sob sigilo apenas alguns procedimentos específicos.




