Uma rede de assaltantes actuava no Algarve fazendo vigília e razias em casas de idosos. Os assaltantes observavam os hábitos das vítimas antes de entrar nas habitações para cometer os roubos.
Os assaltantes levavam dinheiro e joias às vítimas, que eram imobilizadas e-agredidas durante os ataques. A violência era usada para garantir que os idosos não ofereciam resistência.
A investigação policial conseguiu identificar dez vítimas, número que pode ainda aumentar. As vítimas estão a ser ouvidas para memória futura, ou seja, os seus testemunhos estão a ser recolhidos e registados para uso posterior no processo judicial.




