Muito obrigadoFoto de geralt no Pexels
Notícias de IA

Muito obrigado

Correio da Manhã12 de setembro de 2026 às 00:30

Os alunos estão menos capazes de ler e contar, uma evidência que é apresentada como um facto incontestado. Esta é a constatação central do artigo.

As razões apontadas para esta situação incluem o tempo excessivo passado diante dos ecrãs. O artigo menciona especificamente este factor como uma das causas do declínio nas capacidades dos estudantes.

Além disso, o texto alerta para um novo perigo: a inteligência artificial. O artigo refere-se à possibilidade de "imbecilização" associada ao uso crescente de ferramentas de IA, sugerindo que esta tecnologia pode contribuir para um agravamento do problema.

O texto surge como um comentário ou reflexão sobre o estado da educação, identificando os ecrãs e a IA como factores que estão a afetar negativamente as capacidades básicas dos alunos.

Notícias relacionadas

Notícias de IA

China e Irã usam IA para espionar dissidentes, revela Anthropic

A Anthropic revelou que China e Irã utilizaram tecnologias de inteligência artificial para espionar dissidentes e minorias, conduzindo operações de vigilância patrocinadas por governos. A empresa decidiu encerrar essas operações e alertou sobre os riscos associados ao uso indevido da IA para vigilância e repressão de ativistas.

Pt Noticias12/09/26, 01:38
Muse: a nova geração de AI da Meta
Notícias de IA

Muse: a nova geração de AI da Meta

A Meta apresentou o Muse, um novo agente de inteligência artificial que vai além das respostas tradicionais e executa tarefas automaticamente para os utilizadores. A ferramenta foi desenvolvida para assumir parte do trabalho digital do dia a dia, incluindo gestão de emails, planeamento de viagens e compras online, funcionando como um assistente pessoal digital.

SAPO Notícias12/09/26, 00:05
Notícias de IA

Inteligência artificial e o fim da humanidade: o aviso que ninguém consegue assimilar

O artigo explora o paradoxo psicológico e social da humanidade face aos avisos sobre os riscos existenciais da inteligência artificial. Analisa como figuras proeminentes da indústria tecnológica comparam esses perigos a pandemias e guerras nucleares, enquanto a sociedade civil oscila entre a indiferença céptica e o fatalismo jocoso. O texto destaca que o cérebro humano evoluiu para reagir a ameaças imediatas, não a equações abstractas sobre superinteligências, e que a velocidade de propagação das linhas de código supera a capacidade de regulação dos parlamentos. Sublinha também a impossibilidade de recuar, dado que a corrida económica e geopolítica impõe uma marcha forçada no desenvolvimento da IA, deixando os próprios criadores divididos entre o alerta e a continuidade do trabalho técnico.

oRegiões11/09/26, 22:30
Notícias de IA

IA poderia, possivelmente, acabar com a humanidade. Como os humanos deveriam lidar com essa possibilidade?

O artigo explora os riscos existenciais que a inteligência artificial representa para a humanidade, incluindo cenários apocalípticos como ataques com armas biológicas, guerras de drones e até detonação de armas nucleares. Relata que um pesquisador da Anthropic deixou o cargo recentemente, expressando preocupações de que laboratórios estejam desenvolvendo máquinas superinteligentes impossíveis de controlar. Embora reconheça que tais ameaças são assustadoras, o texto pondera que o mundo moderno já enfrenta diversos riscos existenciais.

oglobo11/09/26, 22:03