«Mourinho foi um bom treinador para Prestianni, mas Marco Silva é melhor ainda porque solta o talento dos jogadores mais criativos»
Desporto

«Mourinho foi um bom treinador para Prestianni, mas Marco Silva é melhor ainda porque solta o talento dos jogadores mais criativos»

Record11 de setembro de 2026 às 22:00

Vítor Pinto, subdiretor do jornal Record, analisou o crescimento do jovem argentino Prestianni no Benfica. O jogador tem demonstrado evoluções significativas na sua prestação desportiva, atraindo a atenção dos especialistas.

Na sua análise, Vítor Pinto comparou os dois treinadores que orientaram Prestianni. Segundo o subdiretor de Record, Mourinho foi um bom treinador para o argentino, reconhecendo o seu trabalho anterior com o jogador.

No entanto, Vítor Pinto considera que Marco Silva é ainda melhor porque, nas suas palavras, "solta o talento dos jogadores mais criativos". Esta opinião sugere que o atual treinador do Benfica terá um estilo mais favorável ao desenvolvimento das capacidades criativas de Prestianni.

Notícias relacionadas

Catarina Santos recupera ânimo rumo às meias-finais no Lisboa Racket Centre
Desporto

Catarina Santos recupera ânimo rumo às meias-finais no Lisboa Racket Centre

Catarina Santos, jogadora portuguesa de 29 anos, é a única portuguesa que ainda permanece no quadro feminino do torneio realizado no Lisboa Racket Centre. A atleta continua em competição com o objetivo de avançar para as meias-finais do evento.

Record12/09/26, 00:50
Desporto

Richarlison fala sobre recuo em negociação com o Vasco: 'Foi por pouco'

Após uma semana de negociações que terminaram em desistência na última sexta-feira, último dia da janela de transferência, o atacante Richarlison do Tottenham falou pela primeira vez sobre o quase acerto com o Vasco. Em vídeo nas redes sociais, o jogador agradeceu ao presidente Pedrinho e à torcida vascaína, afirmando que ficaram muito perto de concretizar o acordo com o time do seu coração.

oglobo12/09/26, 00:36
Desporto

O risco que vem da FIFA e de Marrocos

A decisão conjunta de Portugal, Espanha e Marrocos para acolherem em conjunto o Mundial de futebol de 2030 apresenta riscos significativos. A parceria envolve desafios logísticos, políticos e organizacionais, com preocupações sobre a coordenação entre três países com diferentes infraestruturas e sistemas, além de potenciais complicações relacionadas com a FIFA e as suas exigências. A colaboração com Marrocos, em particular, levanta questões sobre o equilíbrio de interesses e a distribuição de responsabilidades na organização do evento.

Correio da Manhã12/09/26, 00:30
Desporto

Começa agora a trituradora europeia

As principais selecções nacionais europeias enfrentam a partir de agora uma fase mais competitiva e exigente nos torneios da UEFA, onde a pressão sobre jogadores e treinadores aumenta significativamente, numa altura em que cada jogo pode decidir o futuro das equipas nas competições internacionais.

Correio da Manhã12/09/26, 00:30