O Terminal de Gás Natural Liquefeito de Sines assegurou 97% das entradas de gás em Portugal durante 2025, recebendo 46 navios metaneiros que descarregaram 47,7 terawatts-hora de GNL. Este número representa menos sete navios do que em 2024, embora a quantidade de GNL tenha diminuído apenas 1,5%.
A Nigéria e os Estados Unidos concentraram 93% das cargas recebidas, com a Nigéria a representar 52% e os Estados Unidos 41%. A Rússia respondeu pelos restantes 7%, tendo duplicado o seu peso relativamente a 2024, quando correspondia a apenas 1% do GNL recebido.
As interligações terrestres com Espanha, em Campo Maior e Valença, totalizaram apenas 1,5 TWh de importações, correspondendo a cerca de 3% das entradas no sistema nacional. No sentido inverso, Portugal exportou 3,4 TWh para Espanha, mantendo saldo exportador pelo segundo ano consecutivo.
O consumo nacional de gás cresceu 11% para cerca de 45 TWh, impulsionado pela produção de eletricidade. Sines enviou ainda 2,2 TWh através de camiões-cisterna para Unidades Autónomas de Gás, o maior volume anual alguma vez registado por esta via. A regaseificação no terminal atingiu 46,8 TWh, com uma taxa de ocupação de cerca de 61%.




