Prestianni chegou ao Benfica como um extremo considerado um ativo tóxico para o clube, uma situação que colocava em causa o investimento feito na sua contratação.
Contudo, o jogador soube reconstruir-se ao longo da época, conseguindo inverter o cenário negativo que se tinha instalado à sua chegada.
Vítor Almeida Gonçalves, editor executivo do jornal Record, comentou a trajetória do jogador ao serviço das águias, destacando a capacidade de recuperação do extremo.
O artigo analisa como Prestianni conseguiu recuperar o prejuízo inicial e reconquistar o seu espaço na equipa do Benfica.




