A Guarda Nacional Republicana (GNR) deteve 173 suspeitos do crime de incêndio florestal desde o início do 2026, em Portugal. Este número representa o valor mais elevado dos últimos dez anos, segundo os dados recolhidos.
O Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) indicou que as autoridades já investigaram 6200 fogos durante o mesmo período, o que demonstra a escala significativa da atividade criminal relacionada com incêndios florestais no país.
Os dados revelam um aumento expressivo na detenção de suspeitos por este tipo de crime, superando os números registados na última década e evidenciando uma maior fiscalização e resposta por parte das autoridades portuguesas no combate aos incêndios florestais.




