A rede de prostituição em Lisboa foi desmantelada, tendo como núcleo central o crime de tráfico para exploração sexual. As autoridades identificaram esta rede como uma operação criminosa que explorava sexualmente mulheres, maioritariamente estrangeiras, em situação de vulnerabilidade.
Pedro Proença, interveniente no processo, alertou no programa NOW para a complexidade da prova testemunhal das vítimas. Segundo Proença, é particularmente difícil obter depoimentos das vítimas de tráfico, dado o medo e a pressão a que estas estão sujeitas, o que dificulta a construção do caso judicial.
O Ministério Público conduziu a investigação que revelou a dimensão da rede, com várias mulheres identificadas como vítimas de exploração sexual. As autoridades sublinharam que o tráfico para exploração sexual constitui o elemento mais grave desta operação criminosa.
O caso está a ser acompanhado com atenção pelas autoridades judiciárias, que enfrentam o desafio de reunir provas suficientes para condenação dos suspeitos, num contexto em que as vítimas frequentemente têm relutância em testemunhar contra os seus exploradores.




