O chefe de gabinete da Delegação do Governo em Ceuta apresentou a sua demissão após divergências relacionadas com mensagens do CNI (Centro Nacional de Inteligencia). Trata-se do primeiro funcionário a assumir responsabilidade pela crise que se seguiu a esta situação.
A demissão surge depois de Miguel Triano ter declarado publicamente que o funcionário em causa não lhe havia transmitido as informações que recebeu de um membro do CNI, o serviço de inteligência espanhol.
Este caso marca a primeira vez que um membro da administração assume a responsabilidade pelos eventos que envolveram a comunicação entre a Delegação do Governo e o serviço de inteligência.



