Durante dois meses, o país esteve distraído com controvérsias como atrelados apreendidos, obras em Odemira e declarações de património entregues fora de prazo. O artigo questiona o foco da opinião pública durante esse período.
O autor levanta a questão central que ninguém parece ter colocado: enquanto o caso Luís Neves dominava os telejornais, quem estava efetivamente a governar o país durante esse tempo?
A resposta a essa pergunta surgiu a 8 de setembro, durante o debate da moção de censura ao Governo. O artigo sugere que a distractação mediática escondeu uma realidade política mais complexa sobre a governação em curso.
O título da peça, "O Natal é quando o Governo queira", indica que o autor considera que o Executivo manipula o calendário e a narrativa política conforme lhe convém, aproveitando-se da falta de atenção dos cidadãos e da comunicação social.



