Autarca de Castelo Branco classificou a realização da “Bienal Internacional de Artes e Ofícios” como “instrumento de valorização do património e da economia” do município e da regiãoFoto de joaoluismf no Pexels
PolíticaCastelo Branco

Autarca de Castelo Branco classificou a realização da “Bienal Internacional de Artes e Ofícios” como “instrumento de valorização do património e da economia” do município e da região

Agência Incomparáveis11 de setembro de 2026 às 16:47

A primeira edição da "Bienal Internacional de Artes e Ofícios" decorreu nos dias 4 e 5 de setembro no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco, reunindo representantes de Portugal, Brasil e Cabo Verde. A iniciativa integrou a programação do "Festival Sabores de Perdição" e insere-se no contexto da integração de Castelo Branco na "Rede de Cidades Criativas da UNESCO", estatuto atribuído em 2023 na categoria de "Artesanato e Artes Populares". O Bordado de Castelo Branco foi o elemento central da candidatura que conferiu ao município este reconhecimento internacional.

Em entrevista à Agência Incomparáveis, o presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, Leopoldo Rodrigues, defendeu que a participação na rede da UNESCO vai além da dimensão cultural, salientando o seu potencial para gerar atividade económica, criar oportunidades para os artesãos e projetar internacionalmente o território. O autarca afirmou que a rede global permite criar escala para os produtos e saberes locais, abrindo portas para todos os continentes.

O edil enquadrou a Bienal como um momento importante para mostrar a produção local e conhecer métodos, experiências e práticas de outros territórios, permitindo também acolher artesãos de outras cidades e incorporar o seu conhecimento. Leopoldo Rodrigues sublinhou que a chancela da UNESCO implica compromissos na preservação e transmissão dos saberes, referindo que o município tem desenvolvido ações de investigação, formação e promoção do Bordado de Castelo Branco, com resultados visíveis no aumento das encomendas no Centro de Interpretação.

Quanto ao "Festival Sabores de Perdição", a autarquia confirmou que a edição deste ano apostou exclusivamente em artistas e agentes da região, abrangendo músicos, atores, agentes de animação e expositores ligados à gastronomia e ao artesanato do município e distrito. A programação incluiu ainda showcookings, uma rota gastronómica e a etapa do Grande Prémio de Ciclismo JN/TSF. A organização da Bienal foi liderada pela Divisão de Museus e Cultura da Câmara Municipal, dirigida por Sónia Abreu.

Notícias relacionadas

Política

Ventura desafia Carneiro a aprovar redução do IVA sobre combustíveis

O líder do partido Chega, André Ventura, desafiou o seu adversário político Carneiro a aprovar um projeto de lei que visa a redução do IVA sobre combustíveis. Ventura revelou que o partido apresentou hoje esta proposta legislativa, que será debatida na Assembleia da República no próximo dia 24 de setembro.

Diário de Viseu11/09/26, 17:45
Política

Portugal perde com Espanha e falha meias da Liga Europeia de futebol de praia

Portugal pierde com Espanha e falha meias da Liga Europeia de futebol de praia Portugal perdeu com a Espanha por 6-4 na terceira jornada do Grupo B da Superfinal da Liga Europeia de futebol de praia, em Viareggio, Itália, resultando na eliminação da seleção portuguesa nas meias-finais da competição. CATEGORY: sports

RTP Notícias11/09/26, 17:40
Política

“Trump hoje surpreendeu pela moderação”

A comentadora Sónia Sénica, da CNN Portugal, analisa as mudanças no mundo 25 anos após os ataques de 11 de Setembro de 2001, observando que Donald Trump surpreendeu pela moderação num contexto político atual, contrastando com expectativas mais radicais.

CNN Portugal11/09/26, 17:40
“Éramos todos nova-iorquinos naquele dia":  Donald Trump recorda união dos EUA 25 anos após o 11 de Setembro
Política

“Éramos todos nova-iorquinos naquele dia": Donald Trump recorda união dos EUA 25 anos após o 11 de Setembro

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, commemorou esta sexta-feira o 25.º aniversário dos atentados de 11 de Setembro no Pentágono, onde destacou a unidade nacional após os ataques e lembrou que "éramos todos nova-iorquinos naquele dia", reafirmando o compromisso de nunca esquecer as 2.977 vítimas mortais.

Correio da Manhã11/09/26, 17:36