Eduardo Paes, candidato do PSD ao governo do Rio de Janeiro, se defendeu sobre as conexões que teve com o ex-governado Sérgio Cabral, condenado por corrupção. Durante sabatina promovida pela rádio CBN e pelos jornais O Globo, Extra e Valor Econômico, Paes afirmou que suas relações com Cabral são diferentes das que o ex-governado Cláudio Castro teve com pessoas ligadas ao crime organizado, e disse que não era "empregado" de Cabral como prefeito do Rio.
O candidato criticou o que chamou de "máfia do transporte" no estado e prometeu combatê-la. Paes também afirmou que vai "reeducar" deputados da Alerj, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, e prometeu reformular a segurança pública, unificando secretarias e retomando territórios.
Paes declarou que Douglas Ruas, candidato do PL ao governo, era empregado de Cláudio Castro. O candidato do PSD ainda afirmou que foi investigado durante anos por sua relação com Sérgio Cabral, sendo vítima do que descreveu como perseguição de um juiz, que acabou sendo afastado. Segundo Paes, ficou comprovado que o juiz usou sua função para perseguir ele.




