Taiwan condenou as penas de prisão superiores a cinco anos impostas em Hong Kong aos ativistas Chow Hang-tung, Lee Cheuk-yan e Albert Ho, antigos dirigentes da organização que promoveu durante 30 anos as vigílias em memória da repressão de Tiananmen de 1989.
Os três ativistas foram considerados culpados de "incitamento à...". A decisão foi criticada por Taiwan, que manifestou oposição às sentenças aplicadas aos defensores dos direitos humanos em Hong Kong.
O julgamento destes ativistas faz parte de uma série de processos contra figuras ligadas às vigílias anuais de 4 de junho em Hong Kong, que durante décadas foram as únicas celebrações públicas da memória do massacre na Praça Tiananmen permitidas no território chinês.




