Dois polícias da esquadra do Rato, em Lisboa, suspeitos de crimes de tortura e violação, começaram hoje a prestar declarações na primeira sessão do seu julgamento. O processo decorre à porta fechada.
As declarações dos arguidos ainda não terminaram, segundo avançou Filipa Duarte Gonçalves, advogada de um dos dois polícias accusados.
A defensora garantiu que os dois polícias estão a prestar declarações no sentido de apurar a verdade material e colaborar com o tribunal.
A próxima sessão do julgamento está agendada para uma data ainda não especificada no artigo.



