Os guardas prisionais aguardam há cerca de um mês pela concretização de promessas feitas pelo Ministério da Justiça. A tutela assegurou ao sindicato representante da classe que as principais reivindicações dos guardas estão dependentes apenas de verbas do Ministério das Finanças.
As negociações entre o sindicato e o Ministério da Justiça têm decorrido sem avanços concretos. Os guardas prisionais reivindicam melhores condições laborais, incluindo aumentos salariais e melhorias nas condições de trabalho nas prisões.
O Ministério da Justiça confirmou que as principais exigências dos guardas carecem de aprovação orçamental por parte do Ministério das Finanças. Esta dependência financeira tem sido a principal barreira à resolução do conflito.
Os guardas prisionais ameaçam tomar medidas de pressão caso as promessas do Governo não sejam cumpridas em breve. A situação nas prisões portuguesas continua tensa, com os profissionais a exigirem respostas concretas sobre as suas reivindicações.




