O Bloco de Esquerda (BE) apresentou uma proposta para que os progenitores a solo tenham direito a uma licença parental paga de um ano. Esta medida visa apoiar as famílias monoparentais, que enfrentam desafios específicos na conciliação entre a vida familiar e profissional.
O PSD propôs uma abordagem diferente, sugerindo a exclusão das famílias monoparentais do alargamento da licença parental inicial para seis meses. Esta posição contrasta com as propostas de outros partidos à esquerda do espectro político.
O Livre, por sua vez, apresentou uma proposta intermédia, defendendo oito meses de licença parental. As diferentes posições refletem o debate em curso sobre como melhor apoiar as famílias, particularmente as monoparentais, na legislação portuguesa.
O artigo surge no contexto de uma discussão mais ampla sobre políticas de família e apoio à natalidade, onde os partidos apresentam propostas distintas sobre a duração e condições da licença parental para diferentes tipos de agregado familiar.




